
Opinião dos Sócios
Este é o espaço para os visitantes do site se expressarem de forma a ajudarem o sindicato a compreender e a lutar pelas revindicações que consideram importantes.
Opiniões
rectificação da antiguidade dos Chefes
houve uma rectificação na antiguidade dos chefes/subchefes envio o linkORDEM DE SERVIÇO – II PARTE Nº 108 2010-06-24 da Direcção Nacional
Vitor Teixeira - Ermesinde
28-06-2010
Subsídio de fardamento
Nos termos do Artigo 122.º do Decreto Lei 299/2009, de 14OUT (Estatuto da PSP), o Fundo de Fardamento será extinto 6 meses após a entrada em vigor daquele normativo, isto é no dia 1 de Julho de 2010.Assim, e perante notícias de que os credores daquele Fundo não serão reembolsados, acho que todos os que forem credores devem fazer um requerimento a solicitar a devolução do valor em causa.
Os sindicatos podem e devem ter um papel activo na resolução do problema.
Sócio nº644 - Francisco José Ferrer de Sousa - Aveiro
24-06-2010
OS 25 de 7JUN
Devem os interessados verem esta OS pois fala do Chefes e devem dar opiniãoaqui fica o atalho:
http://geral.rnpsp.pt/Ordens%20de%20Servio/Forms/AllItems1.aspx
Sócio nºnão me lem - Vitor Manuel Fernandes Teixeira - Ermesinde
07-06-2010
alterações no site
Boa Tardegostaria de propor algumas alterações no nosso site que julgo serem necessárias para aproximar a nossa categoria.
1 - no item SOCIOS, julgo que deve estar V/OPINIÃO
2 - em OPINIÃO, deve estar COMENTAR.
PORQUE PENSO QUE UM SINDICATO QUE DEFENDE UMA CARREIRA COMO A NOSSA DEVE ESTAR ABERTO A TODOS INDEPENDENTE DE SEREM SOCIOS OU NÃO
Sócio nºnão me lem - Vitor Manuel Fernandes Teixeira - Ermesinde
07-06-2010
A injustiça das progressões e dos suplementos
O novo Estatuto da PSP veio definitivamente aumentar as injustiças no seio da nossa Corporação e criar ainda mais a divisão que grassa entre os Polícias. As formas de promoção e progressão nas carreiras e categorias e a atribuição dos suplementos são exemplos gritantes.As promoções e as progressões estão dependentes de procedimentos concursais, no primeiro caso, e da permanência de um determinado período de tempo num nível remuneratório, no segundo. Em ambos os casos há dois factores decisivos: a avaliação de serviço e os louvores. A avaliação de serviço é feita com base em parâmetros subjectivos e pouco claros, tornando o processo pouco transparente. Os louvores, que se deveriam destinar a “…galardoar actos importantes e dignos de relevo e é concedido aos funcionários e agentes que tenham demonstrado zelo excepcional no cumprimento dos seus deveres”, são majoritariamente atribuídos ao pessoal não operacional, como “cozinheiros”, “mecânicos” e “trolhas”. Portanto, as formas de promoção e progressão estão inquinadas por dois factores pouco credíveis, que vão “estrangular” algumas carreiras e categorias.
O Suplemento Especial de Serviço veio consagrar a atribuição de um novo suplemento ao pessoal da Investigação Criminal, o que motivou um sentimento de desmotivação no patrulheiro. Atente-se nos trágicos casos em que elementos policiais foram mortos em serviço. Tratavam-se, na sua esmagadora maioria, de patrulheiros, que são sempre os primeiros a chegar às ocorrências, que são quem enfrenta todo o tipo de ocorrências e não têm qualquer tipo de reconhecimento da árdua missão que desempenham. Este suplemento deveria ter sido contemplado neste Estatuto sob a designação de “Subsídio de risco” e ser atribuído a todo o pessoal com funções policiais.
O Suplemento por Serviço nas Forças de Segurança tem como fundamento subjacente à sua atribuição o “…regime especial da prestação de serviço, no ónus e restrições específicas da função policial, no risco, penosidade …”. Actualmente esse valor corresponde a 16% da remuneração base, acrescido de um montante fixo de € 31,04, e será aumentado 2% em 2011 e 2012 até atingir os 20%. Os moldes de atribuição deste suplemento estão completamente desajustados da realidade, porquanto não se afigura que um Superintendente-Chefe tenha um maior risco e penosidade que um Agente. Bem pelo contrário. Por uma questão de justiça e equidade, este suplemento deveria ter um valor único para todas as categorias da hierarquia policial, correspondente a 20% da remuneração base de Intendente no nível remuneratório 1.
O Suplemento de Turno previsto no novo Estatuto herdou a injustiça do Decreto-Lei n.º 181/2001, de 19 de Junho, que criou pela primeira vez aquele subsídio. Um Agente que preste serviço de turnos em regime permanente, total, isto é, fazendo todos os turnos nos sete dias da semana, recebe apenas mais € 44,28 do que um que preste serviço por turnos em regime semanal, parcial (apenas de segunda a sexta-feira, sem fazer os turnos todos). Depois, há os casos de elementos policiais que, com a anuência dos Comandantes, se dão ao luxo de fazer apenas um turno nocturno mensal para auferirem o mesmo valor que aqueles que andam o mês inteiro em rotatividade de horários.
Este suplemento deveria ser pago por dia de trabalho e por turno, com valores diferenciados consoante fosse diurno ou nocturno, à semana ou ao fim-de-semana. Acabavam os “malabarismos” e não havia falta de efectivos à noite e fim-de-semana.
Perdeu-se a oportunidade de elaborar um Estatuto mais justo, consentâneo com a realidade e que devolvesse a motivação que há já alguns anos vai faltando aos profissionais da Polícia.
Francisco José Ferrer de Sousa - Aveiro
06-05-2010
Suplementos
Ouvi dizer, que se preparam para atribuir o suplemento de patrulha e de comando aos Chefes que exerçam funções de supervisor e aos chefes das secções de piquete, preparando-se para mais uma vez lançarem o conflito, uma vez que os Chefes que despenham funções de graduado de serviço, vão ficar sem o subsidio de patrulha. Ora isto trata-se de mais uma pequena aberração, estando o chefe graduado de serviço inserido numa escala de patrulha e sendo ele o elemento que chefia directamente tudo o que se passa naquele turno de serviço relacionado com o serviço de patrulha, como é possível ele não receber o dito suplemento?Venho deste modo alertar para mais uma crueldade, que se preparam para fazer a esta classe, onde me parece que fomentar a discórdia e o conflito será uma forma de nos desunir.
Espero que desta vez exista união e que esta injustiça não seja fomentada, porque hoje quem está de supervisor amanhã poderá estar de graduado de serviço e de certeza que não gostará que lhe tirem um suplemento que ele quer na função de supervisor, quer na função de graduado o merece por direito.
Quero ainda relembrar, que a função de supervisor é para ser desempenhada por chefes, na área da Esquadra a que pertencem, por isso, se o suplemento for dado apenas aos supervisores, apelo para que todos os chefes que desempenham as funções de graduado solicitem para que passem a desempenhar as funções de supervisor na área da Esquadra, conforme o estipulado na regulamentação do supervisor operacional.
Temos que deixar de comer migalhas e começar a comer o pão. Um abraço.
Anónimo - 01-05-2010
Novas divisas
è Fácil....basta nenhum chefe comprar a nova divisa "de despromoção" nunca poderiamos ser castigados todos...A DN não teria tom...., mas como somos um bocado cobardes....nem nisto estaremos unidos.Sócio nºa registar - Futuramente quando for sócio -
30-04-2010
Alteração das insígnisas de Chefe
A confirmar-se a notícia de que as insígnias de Chefe vão ser as dos ex-Subchefes, trata-se de uma nítida vingança do Ex.mo DN/PSP. Não foi o SNCC/PSP que pediu a sua demissão? Então aqui têm a paga.Seria, obviamente, mais fácil que os novos Chefes Principais e os ex-Subchefes substituíssem as insígnias, o que seria uma minoria, do que optar-se por fazer a alteração que a DN pretende, o que vai obrigar as que a esmagadora maioria dos Chefes alterem as insígnias. Porque será?
Porque não passam os Subcomissários a terem um estrela, os Comissários duas, etc.?
Porque esta medida, a confirmar-se, é uma clara afronta à Classe de Chefes.
Parabéns, Sr. Director- Nacional...
Anónimo - 23-04-2010
O Natal e a PSPComo Chefe que sou, visito com frequência este espaço.
Assim, decidi-me por escrever umas linhas, que embora nada tenham a ver com sindicalismo, no fundo terá tudo a ver com o momento sombrio que a instituição atravessa.
Ora pois… Natal!!!
No comando a que pertenço, desde sempre a festa de Natal foi realizada num espaço apropriado para o efeito e que dá pelo nome de “Coliseu”.
Devido talvez à minha total ausência de gosto por palhaços, macacos, atiradores de facas, comedores de fogo e outros, nunca fui grande adepto de me juntar à enorme família policial, que na hora e data aprazada comparece fielmente para o evento.
Nada mais seria de esperar que neste momento tão único, fraterno, de paz e amor como soe dizer-se, a tal família se portasse como tal.
Nada mais errado, então não é que um mês antes do espectáculo, uma repartição do mesmo comando, desata a fazer chamadas telefónicas a todo e qualquer senhor oficial perguntando quantos bilhetinhos deseja para o feliz evento?
(Curioso, se me recordar que um dia, fiquei atordoado com a bateria de perguntas a que fui submetido, porque ousei, eu, que não tinha uma criança com idade até 10 anos, solicitar 1 bilhete!)
Uma vez na festa… é vê-los… nos camarotes apinhados. E o padrinho, e a prima, e o sobrinho, e o sogro, e a cunhada e a empregada, e … e … e… também lá estão.
Tão lindo, e os outros lá em baixo, olhando um trapézio pensativo e quando o filho pergunta porque não pode ir lá para cima onde estão os outros meninos. Fica quedo, ou quiçá sorri e diz que ali é que é bom, que é o melhor lugar.
Não, não me esqueci… os senhores pomposamente designados superiores – técnicos- … também recebem a chamadinha da tal secção e não desprezam os bilhetinhos.
Pois bem, mesmo numa área tão dedicada à saudável confraternização, ei-los que buscando o que de pior herdaram da filosofia castrense que tanto condenaram, fazem tábua rasa dos mais elementares valores de uma sociedade justa, para ali mesmo, aliviarem o pobre ego.
Dezembro 2009
Anónimo - 09-12-2009
ESTATUTO PROFISSIONAL
CAROS COLEGAS.AQUILO QUE NOS ESTÁ A ACONTECER É MUITO GRAVE, SENÃO VEJAM O MEU CASO CONCRETO: SOU SUBCHEFE DESDE JANEIRO DE 2006. ANTES DE SER PROMOVIDO ERA AGENTE PRINCIPAL NO 3º ESCALÃO. COM AS ALTERAÇÕES AO ESTATUTO PROVAVELMENTE IREI PARA O 1º ESCALÃO DE CHEFE. ORA, O 1º ESCALÃO DE CHEFE TEM UM INDICE REMUNERATÓRIO EXACTAMENTE IGUAL AO 2º ESCALÃO DE AGENTE PRINCIPAL. O CERTO É QUE CASO EU NÃO TIVESSE FREQUENTADO O CURSO DE SUBCHEFES ESTARIA NO POSTO DE AGENTE PRINCIPAL E ERA POSICIONADO JUSTAMENTE NO 2º ESCALÃO. SERÁ CASO PARA PERGUNTAR: VALEU A PENA IR 1 ANO PARA TORRES NOVAS? VALEU A PENA DEIXAR A FAMÍLIA NO CONTINENTE E IR 3 ANOS PARA OS AÇORES? VALEU A PENA PRIVAR-ME DA PRESENÇA DOS MEUS FILHOS E ESPOSA DURANTE TODO ESTE TEMPO, ALÉM DOS GASTOS AVULTADOS QUE ESTAS DESLOCAÇÕES ME ACARRETOU? VALEU A PENA COMPROMETER A MINHA VIDA FAMILIAR NOMEADAMENTE EM TERMOS FINANCEIROS, POIS DEIXEI DE FAZER SERVIÇOS REMUNERADOS?
A CLASSE DE CHEFES NESTE MOMENTO NÃO PASSA DA MESMA CLASSE DE AGENTES, COM RESPONSABILIDADES ACRESCIDAS...
CASO ESTE ESTATUTO SEJA APROVADO, COM ESTES INDICES REMUNERATÓRIOS, PARA A CLASSE DE CHEFES, JULGO QUE TEMOS MUITO TRABALHO PELA FRENTE: MOTIVAR DIARIAMENTE OS AGENTES A NÃO TRABALHAR, A NÃO APRESENTAREM RESULTADOS OPERACIONAIS, FORÇANDO DESTA FORMA OS SENHORES OFICIAIS A TRABALHAR NO TERRENO, ASSUMINDO PORTANTO AS VERDADEIRAS FUNÇÕES DA CLASSE DE CHEFES.
EM MINHA OPINIÃO OS POSTOS DA CATEGORIA DE CHEFES DEVERIAM SER ALARGADOS, PARTINDO-SE DOS INDICADORES REMUNERATÓRIOS EQUIVALENTES DA GNR (SARGENTOS)SENDO CERTO QUE O POSTO MAIS BAIXO (2º SARGENTO) TERIA UMA REMUNERAÇÃO EQUIVALENTE AO SUBCHEFE E O POSTO MAIS ALTO (SARGENTO-MOR) EQUIVALENTE AO CHEFE...
Anónimo 160 - Açores
30-07-2009
Ser Polícia em Portugal
SER POLÍCIA EM PORTUGALHá cada vez menos candidatos para a PSP, muito provavelmente por já não haver incentivos e motivação salarial para concorrer à PSP, além de outras regalias perdidas nos últimos tempos.
Como há menos candidatos, a qualidade dos agentes formados não vai ser como deveria porque a PSP naturalmente irá “aproveitar “os poucos que existem porque necessita de todos eles e os candidatos sabendo que não necessitam de se esforçar muito, aplicam-se menos logo diminui o aproveitamento e a qualidade da formação de Polícias, com consequência directa para a qualidade da segurança pública dos cidadãos, que se pretende que seja cada vez mais rigorosa e com maior qualidade e os cidadãos contam com essa qualidade na sua segurança e têm consciência que a Polícia tem que ser bem paga e protegida porque só assim poderá proteger.
O grande risco de ser Polícia em Portugal, tem demonstrado que ao longo dos anos, centenas ou até milhares de Polícias são agredidos, ofendidos, ameçados, recebidos aos tiros nas ocorrências com consequências graves para a saúde e integridade física dos agentes de autoridade, resultando muitas vezes em ofensas graves para alguns polícias e outras vezes na morte de outros.
È necessário melhorar o estatuto dos Polícias, nomeadamente aumentar a remuneração base, (um polícia não pode estar com um ordenado de miséria que o obrigue a viver em condições nada dignas de um agente de autoridade, logo mais vulnerável à corrupção, longe da família muitos anos, etc.) apoiar mais os agentes de autoridade, alterar as leis e punir severa e exemplarmente quem atenta contra s forças da ordem, mudar a justiça, etc.
Sei que no sector privado infelizmente existem salários ainda mais miseráveis do que os dos polícias tal como existem outros muito maiores e menos merecidos, mas penso que não pode haver comparação e que a nobre profissão de ser polícia é fundamental e imprescindível para se viver em sociedade e em segurança sem qual era impossível sobreviver. A penosidade do serviço de patrulha 24 horas por dia, de dia e de noite, Sábados, Domingos e feriados é reconhecida pelo MAI, o facto de gerir conflitos por vezes muito graves na sociedade e de acordo com a lei, tal como prevenir e combater a criminalidade em geral, são apenas exemplos da grandiosidade e extrema importância da existência da instituição PSP.
Por isso bem merecemos que nos seja reconhecida a absoluta importância na sociedade.
Julho de 2009
Anónimo - 19-07-2009
Designação de Chefe Principal
Boa tarde!Estive a ler alguns comentários de colegas mas como não vi nenhum comentário à designação do novo posto de Chefes, "o Chefe Principal", em meu entender não era de aceitar o nome de um posto, que se pode confundir com o agente principal, quando nos postos dos senhores oficiais, nenhum nome se confunde...Julgo que já chega de tratarem-nos como agentes e já fomos "enganados" quando nos tiraram 4 postos para nos darem 2, a acenarem-nos com galões... e fomos na conversa!. Se a função é "adjunto", qual a razão que o novo posto não tem a designação de "Chefe adjunto" ou "Chefe Ajudante", também julgo que não deve ser de esquecer que temos muitos colegas licenciados em diversas áreas que quanto a mim não se justifica que tenham que esperar 20 anos de chefes para serem promovidos.
Não pertenço à vossa associação, nem a nenhum associação da policia, mas estou disponível para pertencer a uma associação da minha classe, porque não concordo com associações em que um representante de qualquer posto, reivindique e tenha conhecimento do que todos os postos necessitam, por isso só estou disponível para me inscrever numa associação que represente a minha classe-Chefes, havendo muito a tratar e não apenas para constar.
Um abraço a todos
Anónimo - 09-07-2009
vamos intensificar a luta
Caros colegasSempre ouvi dizer que, ou ficamos a espera que um dia a sorte nos bata a porta, ou então temos que ir a luta.
Ora como também já me constatou que a sorte anda perdida, melhor então é irmos a luta e de preferência bem acompanhados.
A última manif e primeira que juntou todos os sindicatos/PSP acho que incomodou bastante mais o governo, que outras anteriores, bem como teve muito mais impacto na sociedade e não só pelo elevado nº de participantes, mas principalmente por mostrar que os policias estão todos do mesmo lado. Mas não nos podemos ficar por aqui, também não sei se está planeada alguma acção semelhante. Se, não estiver deveria pensar-se nisso quanto antes (porque não experimentar uma manifestação para um sábado). Até porque acho que esta luta já se deveria ter intensificado há alguns meses, ou melhor há um ano atrás, antes de nos empurrarem para a lei 12-A e consequente alteração de estatuto, que está prestes a sair (nesta altura já não deve ser apenas projecto nem muito terá haver com aqueles que conhecemos) e que será talvez a machadada final na corporação.
Enfim, resta-nos a luta e mais vale tarde do que nunca.
VAMOS JUNTAR-NOS E TODOS PARA A RUA,
VAMOS DEMONSTRAR O NOSSO DESAGRADO COM AS POLITICAS E MEDIDAS QUE NOS TEM SIDO IMPOSTAS.
Anónimo - 08-06-2009
Projecto de Estatuto; Discriminatório, injusto e surreal...
Apraz-me o lamento de verificar o absolutismo de tal "Estatuto " (iluminista. Assenta a sua vertente, numa rígida e desmesurada "enclausura" para a classe/categoria de Chefes de Polícia, e, restantes categorias em geral, exceptuando os, sempre, Srs. Oficiais de Polícia, estes, na contínua prossecução de arranjos e complementos ao seus progressos e benefícios.Extinguir o posto de Subchefe (?!) e, "assestar"todos no mesmo índice remuneratório, somente com desenvolvimentos monetários, mediante as Avaliações (juízos pré-concebidos, impressões, simpatias...) e recompensas (bajulices)???
Com estas infelizes fantasias, certamente, a motivação, a hierarquia e a disciplina, recaem no "abismo", em estado anárquico, retrógradas de prática e visão real das dificuldades imperantes.
Os Srs Oficiais contemplados com subsídio de patrulha???,e, de Turno???, e, para maior "monstruosidade", com índices remuneratórios superiores a todas as outras categorias funcionais...
Perdoem-me esta objectividade de pensamento/consciência, mas em prol da isenção e da justiça institucional, eu redargo para os "céus": Afinal, quem adopta a efectiva e provada operacionalidade desta polícia? - O que significam, departamentos/serviços, na sua globalidade, sustentabilizados por meros caprichos e interesses particulares, advogando-se como modernidade e inovação futurista da PSP? - Departamentos/Unidades especiais(?)que actuam(?) em recurso último, sendo que o risco, a sabedoria, a actualização de conceitos, de práticas técnico-tácticas são inexequíveis, e, todas estas "forças"mais reconhecidas neste "grandioso"projecto estatutário???
Mais: - Os Srs. Oficiais de Polícia, poderiam, à semelhança dos Chefes, adoptar o mesmo "diapasão", seja, uniformizarem-se num único posto, quiçá de Superintendente-Chefe, categorizando as mesmas funções, e, assim, beneficiando todos, similarmente, de postos/categorias idênticas e ordenados iguais...
Que mais dizer?; Que mais expressar?; "Esta Polícia está inócua, desmotivante e ineficaz, reina o desgoverno e a bajulação.
Anónimo - 04-03-2009
Estava a nascer o dia, adivinhava-se um dia de sol, com temperatura amena, característica de um dia de Inverno, mas com sol.A minha disposição era a mesma, ainda o dia não havia começado, e já aquele aperto no peito se apoderava de mim, consumia-me o corpo e a alma, chorar já não me apetecia.
Sou um homem, cheio de angústia, sem horizonte, triste e com raiva, com vontade de gritar e dizer a toda a gente que ou sou maluco ou estão a querer fazer de mim maluco.
Ano de 2004, decidi que iria concorrer ao posto de subchefe, decidi que ia melhorar a minha vida e dar resposta à minha ambição. Estudei, preparei-me, sempre com o pensamento que estava a fazer o correcto.
Vida estável, casado, integrado num serviço que qualquer agente ambicionaria, perto de casa, junto da família e amigos, agora me lembro que era feliz.
Como já deve ser perceptível, consegui entrar no Curso de Subchefes e finalizá-lo.
Senti-me realmente orgulhoso, queria dizer a toda a gente, que consegui atingir uma das poucas metas que um dia tinha predefinido para a minha vida.
Hoje, esta dor mortal, este sentimento de tristeza, que carrego no meu interior e que o meu semblante não me deixa esconder é o troféu que me estão a dar por ter conseguido.
Pensam vocês os que estão a ler, afinal o que é isto, que palavras são estas que eu estou a ler?
Pois bem, vou-me apresentar, sou um das centenas de subchefes à espera de ir para casa, casado, com filhos e infelizmente sou Subchefe da Policia de Segurança Pública, colocado em Lisboa desde Janeiro de 2006.
Infelizmente sou um Subchefe da PSP, porque de um homem e profissional feliz, resta um homem e um profissional triste.
Um homem que não consegue dizer à sua mulher quando irá para casa, um homem privado de dar todo o amor que tem ao seu filho, um homem que não consegue largar a dor da indefinição, a dor do escuro, da incerteza, da raiva, da frustração, da melancolia, da revolta.
Estou a escrever tudo isto e direccioná-lo a vós, porque tenho que dar uma direcção a isto, será assim tão difícil, perceber que centenas de homens, com responsabilidades e obrigações não conseguirão ser felizes nem proporcionar felicidade a quem os rodeia, porque alguém nos pôs nesta situação.
Será difícil perceber, que quem não vê uma luz, apenas vê escuridão, será difícil perceber que quem correr sem ter uma meta, vai acabar por desistir por cansaço sem nunca chegar a lugar algum.
Por isto e muito mais, que neste momento não me apetece escrever, venho pedir o vosso auxilio, no sentido de movimentar as pessoas, no sentido de dar esperança e no sentido de dar sentido a tudo isto porque estou a passar.
Assinado:
Um Subchefe qualquer.
Anónimo - 24-02-2009
Um suplemento de turno justo e equilibrado
Gostaria que o sindicato promovesse na proposta do novo estatuto, um suplemento justo e equilibrado à semelhança de outras profissões que trabalham em regime de turnos, como por exemplo os enfermeiros, em que pagam pelo número de noites completas efectivamente laboradas durante um mês, pois actualmente não existe a justeza em compensar a atribuição deste suplemento, sendo que muitos casos existem que elementos fazem apenas parte inicial de uma noite de trabalho durante um ou dois períodos mensais e são compensados com os mesmos valores de remuneração daqueles que trabalham em regime de turnos diários, sem que jamais seja suprimido qualquer turno nocturno que normalmente se prolonga pela noite a dentro até às 08H00/09H00, da manhã. Já agora! Talvez houvesse mais policias a pretender trabalhar de noite…Anónimo - 09-11-2008
Déficite democrático do novo estatuto
É bastante notório, para áqeles que se interessam minimamente com aquilo que nos vai regular a todos nos próximos anos, quanto ás adversidades que nos esperam com presente projecto-lei,que está em discussão, muito embora o maior sindicato, se o discute, não o demonstre;Se já muitos camaradas, discordam, da subjectividade das avaliações e do que daí advem, pois não é necessário sermos jurisconsultos, para nos apercebermos que o presente project-lei, se for avante,privilegia o factor "escolha" e não, as vagas a concurso, como é norma em qualquer instituição; ou seja, estamos perante a criação de elites nos diversos serviços em que só os escolhidos, sem concursos internos, têm acesso, com a agravante de se estar a contribuir para a perda de democraticidade e do espírito de camaradagem, que é primordial tanto nesta com em qualque instituição. - Penafiel
26-10-2008
Finalmente
Finalmente vejo um sindicato realista e com um discurso que me agrada. Pena não haver mais a seguir o exemplo. Estou convosco.Carlos Cruz Vieira Dores -
20-10-2008
Sócio nº06 - Mário Luís Veloso Barbosa - C.M.Porto
11-10-2008
Injustiça / coragem
dignísssimos leitores.Como é possível esta insanidade, digo senilidade, perante as adversidades que se evidenciam. Cada vez, mais do mais, seja: - a ousadia em adquirição de títulos, sem esforço e competência para tal. Louvores/recompenasas a pedido. De que falamos?; Sim, da subversão de um estado de direito democrático, de falsos depoimentos, de abuso de poder, etc.É necessário coragem, empenho, labor, este, por vocação, e não promiscuidade, lutemos, sejamos bons, e não vassalos dos nossos interesses, alicercando os nossos ideais/valores, à covardia de quem falseia o bem servir público. Para se ser chefe, ou Agente, é imprescíndivel ser-se homem; impondo-se profissionalmente e civilmente, pela moral, pela transparência e pela justiça.
Anónimo - 27-06-2008
PROJECTO DE DECRETO-LEI QUE PREVÊ O NOVO ESTATUTO DA PSP
Com a aprovação do novo estatuto que se prevê para breve, espero (e julgo que todos os chefes e sucbchefes esperam) que haja uma forte reinvidicação no sentido de colocar cada elemento no posto que lhe é devido. Quero dizer com isto que não devemos permitir que sejamos todos colocados no mesmo "pote". Nesta fase de integração defendo que todos os Chefes que já foram Suchefes Principais, sejam promovidos a Chefes Principais. Todos os actuais chefes que não atingiram o posto de Subchefe Principal, deverão ser promovidos a Chefe-ajudante. E por fim todos os subchefes serão automaticamente promovidos a Chefe. Após esta fase transitória, aí sim, deverão acontecer as promoções de acordo com o que vai ser regulamentado.Cumprimentos a todos os que fazem parte desta classe digna e imprescindível para o bom funcionamento da nossa instituição.
Ângelo de Vasconcelos Cardoso - Vila Nova de Gaia
25-06-2008
Estatuto
Gostava que o SNCC considera-se os disparastes contidos no diploma em estudo e a correr pelos Srºs Oficiais e dirigentes do SNCC, pois não há lógica que nesse documento conste:Que os oficiais possam ser docentes e os chefes e agentes instrutores. Deveriam aqui, ser consideradas as competências técnicas e ou, reconhecido saber nas matérias a leccionar, dos elementos policias, independentemente, do posto.
Que os oficias quando substituem um colega de patente superior ganhem como tal, já os chefes e agentes, continuam na mesma situação.
Que aos chefes lhe seja atribuído um posto de chefia e comando - o tal chefe principal - na velhice ou pré-reforma, considerando para o efeito o tempo necessário para atingir este posto.
Que esse posto de topo de carreira, não contemple o ultimo escalão de subcomissário, quando é certo que esses oficiais transitam necessariamente para comissários... e muito novos.
Anónimo - 18-06-2008
Continuemos...
Caros colegas, foi com muita satisfação que vi o empenho com que a nossa associação está a defender os interesses dos profissionais que diariamente dão a cara em prol de uma sociedade mais segura. É de facto uma vergonha os louvores que são constantemente atribuídos a quem exerce funções de gabinete, restando aos restantes o facto de estarem constantemente sujeitos a processos disciplinares, sem obterem das chefias o apoio necessário e das instâncias judiciais a celeridade necessária, fazendo com que tenham que aguardar anos por uma promoção.Estas situações não se passam apenas no Porto, mas creio que por todo o país, é até caricato verificarmos que um elemento após anos de patrulha, só tem um louvor depois que vai para uma secretaria. Sem desmerecer quem lá trabalha como é óbvio, mas…como questionam e muito bem, será que só esses é que merecem ser louvados?
Na minha opinião, a avaliação curricular na PSP, está muito longe de ser uma avaliação baseada em critérios objectivos e justos e não é preciso sequer fazer qualquer estudo exaustivo para verificarmos esta situação.
Quando há carreira de chefe, creio que devemos continuar a lutar para se poder ascender na carreira como acontecia anteriormente, bem como para que seja uma classe com funções claramente definidas, pois de nos depende em grande parte a motivação do pessoal operacional e a segurança de todos.
Jorge Daniel Vieira, Madeira - Funchal
JORGE DANIEL VIEIRA - MADEIRA
13-06-2008
Correio da Manhã 25 de Maio
Segundo notícia do Correio da Manhã publicada hoje, podemos ler:"O director nacional da PSP comunicou aos 22 mil efectivos desta força de segurança que, por falta de verba governamental, não haverá este ano aumentos de salário inerentes à mudança de escalões, mantendo-se assim o congelamento dos mesmos, que dura desde finais de 2005. A falta de dinheiro implicará igualmente a não atribuição de prémios de desempenho.
Em despacho interno datado de 8 de Maio, a que o CM teve acesso, e que foi já colocado no site da PSP, o superintendente-chefe Oliveira Pereira explicou a todo o efectivo que, por força da nova Lei de Vínculos, Carreiras e Remunerações (LVCR), a PSP está vinculada ao funcionalismo público. No entanto, será o único órgão da Função Pública que, durante 2008, não permitirá aos seus efectivos um acréscimo no salário, por via da promoção de escalões.
Os três ramos das Forças Armadas e a GNR mereceram, do Ministério das Finanças, a atribuição de um regime de excepção e a consequente inclusão nos Corpos Especiais previstos na lei 12-A/2008. Enquanto órgão da Função Pública, a PSP habilitou-se igualmente à atribuição, aos respectivos operacionais, de prémios de desempenho.
O processo destinado à concessão dos mesmos terá, no entanto, de ficar suspenso. Caso o Ministério das Finanças desbloqueie entretanto as verbas necessárias, nem todos os agentes terão direito à atribuição de prémios. Aplicar-se-ão então as quotas previstas na LVCR, segundo as quais apenas 25% dos trabalhadores em cada escalão poderá ser premiado.
A Direcção Nacional da PSP foi anteontem palco de uma reunião entre o director nacional da PSP, superintendente-chefe Oliveira Pereira, e dirigentes de todos os sindicatos. O CM apurou que o líder máximo da polícia quis sentar à mesma mesa os representantes das polícias, com o intuito de reunir todas as preocupações inerentes à aplicação da lei 12-A/2008 na PSP e enviá-las ao Ministério das Finanças.
Cada um que tire as suas conclusões e que entenda que este é o resultado da indiferença da maioria dos profissionais da Polícia.
Anónimo - 25-05-2008
Missão do SNCC/PSP
Caros companheiros!A PSP, como instituição centenária que é, merece ser servida por cidadãos de impoluto sentido ético, briosos e permanentemente preparados para responder com eficácia aos desafios que as sociedades contemporâneas incessantemente nos colocam.
Sabeis, tal como eu, que para se alcançarem patamares de excelência no desempenho das diversas funções profissionais, é necessário que cada um de nós esteja bem preparado do ponto de vista técnico, físico e emocional, bem como devidamente enquadrado numa estrutura organizacional bem definida e com regras e valores aglutinadores em prol de objectivos comuns.
Para que assim seja, deverá ser-nos permitido que possamos projectarmo-nos num futuro profissional estimulante e que dê lugar à realização dos mais variados sonhos e projectos de vida.
Infelizmente, temos sido permanentemente fustigados com “directrizes” que teimam em afunilar os naturais anseios de evolução que qualquer ser humano deve assumir. São disso exemplo, a estagnação nos índices e escalões remuneratórios, a inexistência da possibilidade de ascender na estrutura hierárquica policial e, provavelmente a mais grave de todas, o desprezo sistemático pelas diferentes atribuições que estão acometidas a cada um dos degraus hierárquicos da PSP. Senão vejamos:
Será viável, em pleno séc. XXI, que uma polícia moderna e funcional possa ter agentes a comandar secções e subchefes e chefes a atender telefones o turno inteiro?
É admissível que alguns dos responsáveis policiais assumam em público aquela que é a sua prática diária e afirmem que “Agentes e Chefes é tudo a mesma coisa”?
Será aceitável que tendo saído da classe de Subchefes/Chefes alguns dos nossos mais brilhantes oficiais se tenha acabado com a possibilidade dos primeiros ascenderem por concurso ao posto dos segundos? Porquê?
Em algum lado do mundo um chefe de polícia é colocado a conduzir um carro patrulha, enquanto no atendimento ao público, naquela que é uma função vital da PSP, se coloca um agente com 2 ou 3 anos de experiência profissional?
O SNCC/PSP, não pode contribuir com a sua inércia para a continuidade deste estado de coisas. A nossa instituição e os concidadãos que servimos todos os dias merecem que tudo façamos para dignificar a nossa profissão, nem que para isso seja necessário responsabilizar nos locais próprios os que com a sua imperícia permitem que estas coisas aconteçam.
Por tudo isto, meus caros colegas, qualquer que seja o vosso posto hierárquico, é necessário fazer mais e melhor.
Espero, pois, que o SNCC/PSP cumpra a sua parte e seja capaz de unir em torno de um projecto credível todos os subchefes e chefes de agora e, porque não, os que o serão no futuro, os nossos agentes de hoje.
“Tudo o que é necessário para o triunfo do mal, é que os homens de bem... nada façam!” (Edmund Burke)
Anónimo - 24-05-2008
comentário ao site
Visitei os sites que existem, relativamente,aos vários sindicatos que existem na PSP. Com a possibilidade que tenho de poder dar o meu contributo o que desde já agradeço, julgo que um sindicato pode efectivamente trabalhar em prol de alguem, que muita das vezes não pode expressar ou fazer chegar a sua mensagem.Espero que voçes sejam o motor para levar ao destinatário os anseios de tantos que o não podem fazer. Felicito-vos pelo vosso trabalho e nunca esqueçam que "uma arvore não faz a floresta, mas muitas são concerteza um grande pulmão."Pedro
Pedro Gomes - RIO TNTO
05-05-2008
Saudações de um colega que acredita!
Caros colegas:Tal como muitos de vós deixei um dia de acreditar no nosso SNCC. Apagados e relegados para meras figuras de ornamentação hierárquica, fomos assistindo acomodados no nosso canto ao definhar da vitalidade e importância da missão do Subchefe/Chefe de Polícia.
Alguns, muito poucos ainda, deram as mãos e resolveram meter mãos à obra. Não se resignaram e têm vindo a erguer de novo, quiçá ainda com mais pujança, o nosso sindicato.
A direcção do SNCC, principalmente o seu presidente, tem um trabalho árduo pela frente porque são muitos os anti-corpos a vencer. O maior de todos será a desunião da nossa classe. Sabeis certamente que há outros!
O SNCC/PSP é um sindicato diferente porque nós somos diferentes. Devemos exigir o respeito pela nossa vital missão dentro de uma estrutura hierárquica que começa em Agente e não em Subcomissário como muitos tentam fazer crer.
Não tenhamos medo de nos unirmos em volta de um projecto credível e que não existe só para reivindicar regalias ou fomentar a maledicência. O nosso objectivo deverá ser sempre: "CUMPRIR COM ZELO E BRIO O QUE NOS É EXIGIDO E EXIGIR COM VIGOR O QUE NOS É DEVIDO".
Deixo aqui o meu testemunho porque voltei a acreditar no SNCC/PSP. Espero que sejamos cada vez mais unidos e empenhados e que cada um de nós contribua com o mínimo possível, FAZENDO-SE SÓCIO.
Saudações cordiais,
António Sousa
António Joaquim Barata de Sousa - Porto
04-05-2008