Opinião dos Sócios

Este é o espaço para os visitantes do site se expressarem de forma a ajudarem o sindicato a compreender e a lutar pelas revindicações que consideram importantes.

Opiniões

Finalmente

Finalmente vejo um sindicato realista e com um discurso que me agrada. Pena não haver mais a seguir o exemplo. Estou convosco.

Carlos Cruz Vieira Dores -
20-10-2008

Injustiça / coragem

dignísssimos leitores.
Como é possível esta insanidade, digo senilidade, perante as adversidades que se evidenciam. Cada vez, mais do mais, seja: - a ousadia em adquirição de títulos, sem esforço e competência para tal. Louvores/recompenasas a pedido. De que falamos?; Sim, da subversão de um estado de direito democrático, de falsos depoimentos, de abuso de poder, etc.É necessário coragem, empenho, labor, este, por vocação, e não promiscuidade, lutemos, sejamos bons, e não vassalos dos nossos interesses, alicercando os nossos ideais/valores, à covardia de quem falseia o bem servir público. Para se ser chefe, ou Agente, é imprescíndivel ser-se homem; impondo-se profissionalmente e civilmente, pela moral, pela transparência e pela justiça.

Anónimo - 27-06-2008

PROJECTO DE DECRETO-LEI QUE PREVÊ O NOVO ESTATUTO DA PSP

Com a aprovação do novo estatuto que se prevê para breve, espero (e julgo que todos os chefes e sucbchefes esperam) que haja uma forte reinvidicação no sentido de colocar cada elemento no posto que lhe é devido. Quero dizer com isto que não devemos permitir que sejamos todos colocados no mesmo "pote". Nesta fase de integração defendo que todos os Chefes que já foram Suchefes Principais, sejam promovidos a Chefes Principais. Todos os actuais chefes que não atingiram o posto de Subchefe Principal, deverão ser promovidos a Chefe-ajudante. E por fim todos os subchefes serão automaticamente promovidos a Chefe. Após esta fase transitória, aí sim, deverão acontecer as promoções de acordo com o que vai ser regulamentado.
Cumprimentos a todos os que fazem parte desta classe digna e imprescindível para o bom funcionamento da nossa instituição.

Ângelo de Vasconcelos Cardoso - Vila Nova de Gaia
25-06-2008

Estatuto

Gostava que o SNCC considera-se os disparastes contidos no diploma em estudo e a correr pelos Srºs Oficiais e dirigentes do SNCC, pois não há lógica que nesse documento conste:

Que os oficiais possam ser docentes e os chefes e agentes instrutores. Deveriam aqui, ser consideradas as competências técnicas e ou, reconhecido saber nas matérias a leccionar, dos elementos policias, independentemente, do posto.

Que os oficias quando substituem um colega de patente superior ganhem como tal, já os chefes e agentes, continuam na mesma situação.

Que aos chefes lhe seja atribuído um posto de chefia e comando - o tal chefe principal - na velhice ou pré-reforma, considerando para o efeito o tempo necessário para atingir este posto.

Que esse posto de topo de carreira, não contemple o ultimo escalão de subcomissário, quando é certo que esses oficiais transitam necessariamente para comissários... e muito novos.


Anónimo - 18-06-2008

Continuemos...

Caros colegas, foi com muita satisfação que vi o empenho com que a nossa associação está a defender os interesses dos profissionais que diariamente dão a cara em prol de uma sociedade mais segura. É de facto uma vergonha os louvores que são constantemente atribuídos a quem exerce funções de gabinete, restando aos restantes o facto de estarem constantemente sujeitos a processos disciplinares, sem obterem das chefias o apoio necessário e das instâncias judiciais a celeridade necessária, fazendo com que tenham que aguardar anos por uma promoção.
Estas situações não se passam apenas no Porto, mas creio que por todo o país, é até caricato verificarmos que um elemento após anos de patrulha, só tem um louvor depois que vai para uma secretaria. Sem desmerecer quem lá trabalha como é óbvio, mas…como questionam e muito bem, será que só esses é que merecem ser louvados?
Na minha opinião, a avaliação curricular na PSP, está muito longe de ser uma avaliação baseada em critérios objectivos e justos e não é preciso sequer fazer qualquer estudo exaustivo para verificarmos esta situação.
Quando há carreira de chefe, creio que devemos continuar a lutar para se poder ascender na carreira como acontecia anteriormente, bem como para que seja uma classe com funções claramente definidas, pois de nos depende em grande parte a motivação do pessoal operacional e a segurança de todos.


Jorge Daniel Vieira, Madeira - Funchal

JORGE DANIEL VIEIRA - MADEIRA
13-06-2008

Correio da Manhã 25 de Maio

Segundo notícia do Correio da Manhã publicada hoje, podemos ler:

"O director nacional da PSP comunicou aos 22 mil efectivos desta força de segurança que, por falta de verba governamental, não haverá este ano aumentos de salário inerentes à mudança de escalões, mantendo-se assim o congelamento dos mesmos, que dura desde finais de 2005. A falta de dinheiro implicará igualmente a não atribuição de prémios de desempenho.

Em despacho interno datado de 8 de Maio, a que o CM teve acesso, e que foi já colocado no site da PSP, o superintendente-chefe Oliveira Pereira explicou a todo o efectivo que, por força da nova Lei de Vínculos, Carreiras e Remunerações (LVCR), a PSP está vinculada ao funcionalismo público. No entanto, será o único órgão da Função Pública que, durante 2008, não permitirá aos seus efectivos um acréscimo no salário, por via da promoção de escalões.

Os três ramos das Forças Armadas e a GNR mereceram, do Ministério das Finanças, a atribuição de um regime de excepção e a consequente inclusão nos Corpos Especiais previstos na lei 12-A/2008. Enquanto órgão da Função Pública, a PSP habilitou-se igualmente à atribuição, aos respectivos operacionais, de prémios de desempenho.

O processo destinado à concessão dos mesmos terá, no entanto, de ficar suspenso. Caso o Ministério das Finanças desbloqueie entretanto as verbas necessárias, nem todos os agentes terão direito à atribuição de prémios. Aplicar-se-ão então as quotas previstas na LVCR, segundo as quais apenas 25% dos trabalhadores em cada escalão poderá ser premiado.

A Direcção Nacional da PSP foi anteontem palco de uma reunião entre o director nacional da PSP, superintendente-chefe Oliveira Pereira, e dirigentes de todos os sindicatos. O CM apurou que o líder máximo da polícia quis sentar à mesma mesa os representantes das polícias, com o intuito de reunir todas as preocupações inerentes à aplicação da lei 12-A/2008 na PSP e enviá-las ao Ministério das Finanças.

Cada um que tire as suas conclusões e que entenda que este é o resultado da indiferença da maioria dos profissionais da Polícia.


Anónimo - 25-05-2008

Missão do SNCC/PSP

Caros companheiros!

A PSP, como instituição centenária que é, merece ser servida por cidadãos de impoluto sentido ético, briosos e permanentemente preparados para responder com eficácia aos desafios que as sociedades contemporâneas incessantemente nos colocam.

Sabeis, tal como eu, que para se alcançarem patamares de excelência no desempenho das diversas funções profissionais, é necessário que cada um de nós esteja bem preparado do ponto de vista técnico, físico e emocional, bem como devidamente enquadrado numa estrutura organizacional bem definida e com regras e valores aglutinadores em prol de objectivos comuns.

Para que assim seja, deverá ser-nos permitido que possamos projectarmo-nos num futuro profissional estimulante e que dê lugar à realização dos mais variados sonhos e projectos de vida.

Infelizmente, temos sido permanentemente fustigados com “directrizes” que teimam em afunilar os naturais anseios de evolução que qualquer ser humano deve assumir. São disso exemplo, a estagnação nos índices e escalões remuneratórios, a inexistência da possibilidade de ascender na estrutura hierárquica policial e, provavelmente a mais grave de todas, o desprezo sistemático pelas diferentes atribuições que estão acometidas a cada um dos degraus hierárquicos da PSP. Senão vejamos:

Será viável, em pleno séc. XXI, que uma polícia moderna e funcional possa ter agentes a comandar secções e subchefes e chefes a atender telefones o turno inteiro?

É admissível que alguns dos responsáveis policiais assumam em público aquela que é a sua prática diária e afirmem que “Agentes e Chefes é tudo a mesma coisa”?

Será aceitável que tendo saído da classe de Subchefes/Chefes alguns dos nossos mais brilhantes oficiais se tenha acabado com a possibilidade dos primeiros ascenderem por concurso ao posto dos segundos? Porquê?

Em algum lado do mundo um chefe de polícia é colocado a conduzir um carro patrulha, enquanto no atendimento ao público, naquela que é uma função vital da PSP, se coloca um agente com 2 ou 3 anos de experiência profissional?

O SNCC/PSP, não pode contribuir com a sua inércia para a continuidade deste estado de coisas. A nossa instituição e os concidadãos que servimos todos os dias merecem que tudo façamos para dignificar a nossa profissão, nem que para isso seja necessário responsabilizar nos locais próprios os que com a sua imperícia permitem que estas coisas aconteçam.

Por tudo isto, meus caros colegas, qualquer que seja o vosso posto hierárquico, é necessário fazer mais e melhor.

Espero, pois, que o SNCC/PSP cumpra a sua parte e seja capaz de unir em torno de um projecto credível todos os subchefes e chefes de agora e, porque não, os que o serão no futuro, os nossos agentes de hoje.

“Tudo o que é necessário para o triunfo do mal, é que os homens de bem... nada façam!” (Edmund Burke)



Anónimo - 24-05-2008

comentário ao site

Visitei os sites que existem, relativamente,aos vários sindicatos que existem na PSP. Com a possibilidade que tenho de poder dar o meu contributo o que desde já agradeço, julgo que um sindicato pode efectivamente trabalhar em prol de alguem, que muita das vezes não pode expressar ou fazer chegar a sua mensagem.Espero que voçes sejam o motor para levar ao destinatário os anseios de tantos que o não podem fazer. Felicito-vos pelo vosso trabalho e nunca esqueçam que "uma arvore não faz a floresta, mas muitas são concerteza um grande pulmão."
Pedro

Pedro Gomes - RIO TNTO
05-05-2008

Saudações de um colega que acredita!

Caros colegas:

Tal como muitos de vós deixei um dia de acreditar no nosso SNCC. Apagados e relegados para meras figuras de ornamentação hierárquica, fomos assistindo acomodados no nosso canto ao definhar da vitalidade e importância da missão do Subchefe/Chefe de Polícia.

Alguns, muito poucos ainda, deram as mãos e resolveram meter mãos à obra. Não se resignaram e têm vindo a erguer de novo, quiçá ainda com mais pujança, o nosso sindicato.

A direcção do SNCC, principalmente o seu presidente, tem um trabalho árduo pela frente porque são muitos os anti-corpos a vencer. O maior de todos será a desunião da nossa classe. Sabeis certamente que há outros!

O SNCC/PSP é um sindicato diferente porque nós somos diferentes. Devemos exigir o respeito pela nossa vital missão dentro de uma estrutura hierárquica que começa em Agente e não em Subcomissário como muitos tentam fazer crer.

Não tenhamos medo de nos unirmos em volta de um projecto credível e que não existe só para reivindicar regalias ou fomentar a maledicência. O nosso objectivo deverá ser sempre: "CUMPRIR COM ZELO E BRIO O QUE NOS É EXIGIDO E EXIGIR COM VIGOR O QUE NOS É DEVIDO".

Deixo aqui o meu testemunho porque voltei a acreditar no SNCC/PSP. Espero que sejamos cada vez mais unidos e empenhados e que cada um de nós contribua com o mínimo possível, FAZENDO-SE SÓCIO.

Saudações cordiais,

António Sousa

António Joaquim Barata de Sousa - Porto
04-05-2008