Opiniões

O posto de chefes á fundamental

O nosso sindicato deveria preocupar-se com o facto da D.N-PSP, não permitir a abertura de novos cursos de chefes. Todos os anos formam-se novos oficiais oriundos da E.S.P e quanto aos chefes nada se vislumbra. Este sindicato sempre que se reunir com os responsáveis desta policia, deveria exigir novos cursos da classe, a fim de colmatar a falta de chefes e acima de tudo para permitir que os chefes que aguardam colocação, sejam movimentados para os comandos de preferência, uma vez que a situação destes é deveras desanimadora e doentia. Deveriamos aproveitar o facto do Ministro ter anunciado que para o ano vão entrar mais 1100 elementos para a GNR e PSP.

Anónimo - 18-11-2011

Promoções de Sargentos na GNR, a ser verdade

Se é verdade que isso aconteceu, se calhar é por que os Sargentos da GNR, são mais coesos que os Chefes da PSP, e nem precisam de Sindicatos que os defendam,a defesa acérrima daquela classe está no ADN de quém comanda aquela força, revelando-se desta forma a consideração por aquela classe intermédia;

Anónimo - 11-11-2011

Desculpem a minha pergunta.

Porque motivo foram promovidos, no passado mês de Agosto, os colegas Sargentos da GNR e alegadamente os Chefes da PSP, candidatos a candidatos a Chefe Principal e já APROVADOS, não foram?.

Será que os vencimentos da GNR são pagos pelo PAPA?.

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19-10-2011

Dívida do Estado

Caros colegas, o estado tem uma dívida com os polícias que deve honrar como todo Estado que se orgulha de ser sério o faz. Não é só a dívida para com aqueles a quem se pediu dinheiro emprestado, que deve ser honrada, a dívida para com os profissionais da PSP, também é dívida e deve ser honrada. Esta dívida não é nada que o presente Governo já não tivesse conhecimento, ela advém de um Estatuto Profissional que nos foi imposto, que passou na Assembleia da República e ao que se sabe o PSD e o CDS não se opuseram. Como já nos apercebemos o Sr. Director Nacional, nada vai fazer para que se cumpra todo articulado do estatuto. E não vai fazer porque o DN está na tabela correcta (ou será que não?). Temos de nos unir e pressionar o Governo, meter o Estado em tribunal se necessário for, a exemplo da Ordem dos Advogados que diz ir meter o Estado em tribunal por divida do mesmo para com os advogados oficiosos. Já agora, porque não fazer-mos falta de comparência de forma legal aos próximos jogos internacionais (liga dos campeões).
Mais uma vez alerto todos Chefes para a falta de promoções de Chefe a Chefe Principal, esta situação vai fazer com que fiquemos só com um posto na Carreira (SERÁ QUE SE PODE CHAMAR CARREIRA QUANDO HÁ SÓ UM POSTO? NÃO SERÁ MAIS, FIM DE CARREIRA?). Apelo a todos Chefes que estão a desempenhar funções para as quais não tem o posto correspondente, que se neguem a desempenhar tais funções, só assim conseguiremos pressionar aqueles que vivem à custa do trabalho dos Chefes, a se unirem em redor dos nossos direitos. Digo direitos, porque a promoção é um direito e não uma benesse, ela está consignada no estatuto e tem prazo limite 2011.

Anónimo - 24-09-2011

Estatuto

Caros colegas, um Chefe é isso mesmo um Chefe e com maiúscula. Um Chefe não se escreve com minúscula, como alguns felizmente poucos escrevem. Pior que escrever é ter comportamentos minúsculos tais como aceitar desempenhar um cargo para o qual não tem aptidão, por exemplo ser adjunto de comandante de esquadra, sem ter o posto de Chefe Principal, como determina o estatuto que nos imposeram. Esses Chefes são a negação da classe, aceitam tudo em troco de nada, só para parecer bem perante aqueles que sempre lutaram contra a classe, aceitam, porque na sua maioria tem medo de andar fardados na rua, de estar numa banca perante o cidadão que diáriamente se apresente numa esquadra com os seus problemas.
Enfim, agora que estou no fim da linha, tenho pena que os Chefes mais novos, aqueles que tem orgulho em escrever o nome do seu posto com letra maiúscula, não se unam em redor do seu sindicado e façam valer os seus direitos.
Caros colegas, espero que sejam felizes profissionalmente e pessoalmente.

Sócio nº5 - Alexandre Silva - Porto
22-09-2011

AMBIÇÃO

A classe de Chefes terá de ser mais ambiciosa para que possa ter Estatuto, pelo que só vejo uma saída: Lutar pela equipração a académica a Licenciatura

Anónimo - 26-07-2011

REFORMA

Saúdo todos os colegas com amizade. Não venho dar nenhuma opinião, venho simplesmente perguntar porque é que na PSP não passou ninguém à Caixa Geral de Aposentações em Junho, Julho e Agosto e nenhum Sindicato se pronunciou sobre o assunto! Só falam nos orgãos de comunicação social que os carros não têm velas, filtros, etc. Até parece que isto é que é defender os interesses dos Associados... Gostava de saber para onde vai o dinheiro que nos é descontado no vencimento. Será que tem o destino certo? Ou será que... Cumprimentos e votos felicidades.

Sócio nº6 - MARIO LUIS VELOSO BARBOSA - CMPORTO
08-07-2011

Classe em vias de extinção

Caros colegas.
É urgente chamar a atenção à tutela, da escassez de Chefes nas Esquadras. Os chefes estão a ser substituídos pelos Agentes, aproveitando-os como mão-de-obra mais barata. O nosso sindicato deveria pressionar o MAI, para que sejam formados mais Chefes, pois estes estão em vias de extinção. Estão dezenas de colegas à espera de serem colocados nos Comandos de preferência e desesperam pelo dia. Estes homens sentem-se desgastados, afectados física e psicologicamente. A nossa classe não deve apenas pensar em graduações e promoções, que só virão a beneficiar uma minoria.
Apelo ao nosso sindicato para que apresente este assunto à D.N.PSP, para que não sejamos esquecidos.

Anónimo - 11-04-2011

Providencia cautelar

Chega de brincar com a nossa classe. Finalmente vemos acções concretas e corretas que permitirão corrigir algumas aberrações estatutárias. Chefes mais novos a comandar chefes mais velhos porquê? Se há adjuntos justamente colocados, também os há que se colaram aos lugares passando por cima de tudo e todos.Viva a classe de Chefes!

Sócio nºn/ me lemb - Anónimo - Porto
16-01-2011

Ultimato ao Governo

O Governo anda a brincar com os portugueses em geral e com os trabalhadores com funções públicas em particular. O OE para 2011 irá contemplar uma redução salarial média de 5% dos trabalhadores com funções públicas. Porém, à última da hora, um arranjinho entre Governo e PSP vai abrir excepções para algumas empresas de capital público (CGD, TAP, etc.).
No caso das Forças de Segurança, deram-nos uma palmadinha nas costas após todo profissionalismo demonstrado da cimeira da NATO, mas já se esqueceram de nós, pois não nos incluíram nessas excepções de redução salarial.
Os sindicatos da PSP e GNR deveriam fazer um ultimato do Governo: ou nos tratavam com o devido respeito, passando-nos de imediato para a nova tabela remuneratória e sem redução salarial a partir de Janeiro de 2011, ou todo o pessoal metia licença sem vencimento!
Acho que não iriam formar 40.000 polícias à pressão para substituir os actuais e tinham de ceder e tratar-nos com o respeito que merecemos.
Os sindicatos deviam começar a pensar nisso.
Se houver união, os Polícias têm muita força.

Anónimo - 28-11-2010

Mais uma vez enganados pela DN

Hoje, dia 16-11-2010, finalmente disponibilizaram os recibos de vencimento no portal social e...surpresa!!! Ainda não foi desta que transitámos para a nova tabela remuneratória. Não foi o Sr. Director Nacional que num dos seus comunicados disse que era este mês??? Então, uma vez mais, fomos enganados. E as promoções apenas avançaram por que havia "estrelato" para ser promovido. Se fosse só pelos Chefes e Agentes as promoções teriam sido congeladas. DEMITA-SE SR. DIRECTOR NACIONAL. Chega de brincar com os POLÍCIAS!!!

Anónimo - 16-11-2010

Promoção/reposicionamento

Fui agora em Outubro promovido a Chefe, mas com esta promoção surgem as seguintes dúvidas:
Como posso ser promovido a Chefe se, por força do novo estatuto que entrou em vigor em JAN10, já tinha este posto?
Penso que se estão a misturar dois estutos. O antigo e agora revogado e o novo. Por isso penso que das duas uma.
Ou somos promovidos pelo antigo estatuto e então avancamos primeiro para os indices e escalões antigos e só depois reposicionados nas posições remuneratórias o que a acontecer, teriamos que avançar mai uma posição remuneratória do que a que fomos agora colocados. Por esse facto já foram feitas várias reclamações para a DN/PSP por vários Chefes.
Se nos promovem pelo novo estatuto então teriam que nos promover ao posto superior de chefe, porque já o somos actualmente, já que o novo estatuto fala em promoção ao posto superior. O que não faz sentido...
Logo terão que nos promover pelo antigo estatuto.
Chamo a atenção a todos os policias que, quando forem colocados nas posições remuneratórias, estejam atentos já que, a Lei 12A/2008, alterada pelo orcamento do estado de 2009( Artº. 104 nº. 5), conjugada com a portaria 1553C/2008 ( Art 11) diz claramente que a diferença de remuneração base não pode ser inferior a 28 euros e se for teremos que ser colocados na posição remuneratória seguinte.

Sócio nºainda esto - Francisco João da Costa Ferreira - Lamego
11-11-2010

Protocolos

Acho que o SNCC tem muito poucos protocolos e perde muitos sócios por esse facto.
Nesta altura, seria óptimo fazerem protocolos com estabelecimentos de artigos policiais, como "Militaria", "Milinanda", "Milícia" e outros.
Com as peças de fardamento ao preço que a DN/PSP a comercializa, compensa comprar nestes locais.

Anónimo - 21-10-2010

...OCORRIDO EM SERVIÇO

Depois de toda a teoria, chagados ao tiro prático.
1-Atenção, Preparar (Lei 12-A)
2-Fogo (Novo Estatuto pessoal policial)
Que pontaria, fomos mesmo alvejados (fim à vista...os sinais de vida são escassos)
Primeiros socorros:
a) Promovido a chefe,aumenta-se o salário 15€!! Só que não é suficiente para adquirir umas estrelinhas da sorte (18,23€)!!!.
aí)Não sejamos pessimistas, pois há colegas que concorreram também ao concurso 4/2009, não foram promovidos, mas o seu salário (remuneração base)é superior aos agora socorridos!!!!
Caros colegas acidentados, há vida, há esperança, estamos a caminho do hospital.Só com mais um percalço, este trajecto não é o das Urgências, por aqui vamos a AUSTERIDADE.

Anónimo - 20-10-2010

promoções

Não se esqueçam dos chefes aposentados. Amanhã serão vocês os chefes aposentados.
Há um ditado muito antigo que diz: filho és pai serás aquilo que fizeres, assim receberás.

domingos sousa - grande porto
16-09-2010

Usurpação de Funções na PSP

Gostava de saber qual a opinião dos colegas sobre o curso que terminou e a falta do despacho de promoção de quem terminou o 1º curso de Chefes.
Os elementos desempenham funções e envergam divisas de Chefe, apesar de não terem sido promovidos (Usurpação de Funções???)
Os Subchefes ainda não viram a sua situaçao regularizada (promoção a chefe e actualização do indíce remuneratório).
Consta inclusivamente que alguns futuros Chefes já fazem serviços remunerados, desempenhando as funções de Chefe, contudo estão a ser pagos como Agentes/agentes Principais (factos não confirmados).

Anónimo - 06-09-2010

Vamos lá falar de líderes na PSP!

Num tempo em que é notória a sensação de abandono e de não pertença à instituição e aos seus valores centenários que se centram na defesa intransigente dos cidadãos que servimos, é cada vez mais necessário definir o tipo de liderança que melhor se adequa à PSP.

Certamente todos conhecemos muitos tipos de liderança formal que acontece por escolha, por eleição ou por imposição.

Não é dessa que me interessa falar.

Prefiro dissertar algumas ideias sobre a liderença informal, ou seja, aquela que surge como consequência natural de um estilo de orientação com base na sabedoria, na experiência, na consolidação de diferentes perspectivas sobre um mesmo assunto e no respeito pelo espírito crítico constutivo e leal de cada um de nós.

Certamente que algumas pessoas nascem para liderar, tal como é estatisticamente um dado adquirido que nem todas serão bons líderes, mesmo que legítimados por uma qualquer estrutura organizacional, por uma formação teórico/prática ou por um símbolo comum. Um líder em quem tendemos a confiar e a seguir obstinadamente, é alguém que combina as aprendizagens formais com as informais e estabelece como ciclo de aprendizagem o seu percurso ao longo da vida. Nenhum livro se revela numa só página e para fazer sentido ao leitor todas são necessárias.

Desprezar o conhecimento que a experiência nos permite acumular e fazer prevalecer a prepotência de líderes noviços não é um acto de gestão. Os resultados são evidentes. Manda-se em vez de se comandar.

Necessariamente, um bom líder terá que ser capaz de influenciar positivamente os liderados, tornando-se uma referência a seguir e não a evitar. Só assim a sua opinião será valorizada e respeitada o que é muito mais aconselhável do que ser apenas uma ordem que se cumpre para evitar problemas.

Na PSP, a liderança está directamente correlacionada com a posição hierárquica que se ocupa. Quem decide fá-lo estribado na legitimidade abstracta que a sua posição hierárquica permite e, não tão frequentemente, com a legitimidade que o seu cunho de personalidade e estilo de liderança naturalmente impõe.

Para além da autoridade hierárquica, conviria que muitos dos nossos líderes soubessem, ou alguém lhes explicasse, que a “autoridade moral” reforça a actuação de quem decide. Os gestos, as afirmações, a postura social, a educação e o relacionamento inter e intra-pares são predicados indissociáveis dos verdadeiros líderes.

Reconheço que não é tarefa fácil conseguir que cada um de nós trabalhe e aporte o melhor de si mesmo na labuta diária que temos pela frente para alcançarmos objectivos que deverão ser comuns a todos. No entanto, preocupa-me a falta de visão de futuro que os nossos líderes vêm demonstrando, olhando quase sempre para metas próximas e conquistas efémeras centradas no interesse de uma parte, a sua, e não do todo.

Para manter o barco a navegar não precisariamos de comandantes. Qualquer gestor aceitaria de bom grado assumir essa tarefa. Precisamos antes de quem imponha metas que perseguem tanto o bem da instituição como o interesse particular e legítimo de cada um de seus membros.

Só assim é que as pessoas se identificarão com as metas determinadas pela instituição, fazendo delas as suas e lutando com todas as forças para as alcançar.

Não menos importante é a interacção social entre líderes e liderados. Para aprender a trabalhar em conjunto é preciso ter uma grande dose de confiança entre os líderes e membros das equipas de trabalho. A confiança é conseguida com acções e não apenas com palavras ou directivas avulsas.

Para que exista confiança terá que haver respeito mútuo e objectivos comuns. Não basta chegar e dizer: EU SOU O LÍDER E A PARTIR DESTE MOMENTO SOU EU QUE MANDO!

António Sousa -
25-08-2010

A ASPP só fala em agentes novamente

Caros companheiros "os distraídos" continuo sem saber o que fazem os chefes delegados da ASPP!

Devem ser mesmo ceguinhos, ou quê ???
Então nós não fazemos escalas ????
Só eles é que tem problemas com as escalas ????

para a ASPP está sempre tudo bem com os chefes....

Gostava de perguntar aos Chefes delegados da ASPP se com eles está tudo bem, porque, pelo menos parece....


Daqui exorto a todos os chefes que ainda sintam o posto QUE TIVERAM QUE ARRANHRR PARA O CONSEGUIR QUE ACORDEM, QUE MAIS DIA MENOS DIA OU NOS COMEM DE CEBOLADA, E QUEM SABE IREMOS A TER AS MESMAS REGALIAS E ORDENADOS QUE OS AGENTES OU ENTÃO ACABAM COM OS CHEFES "para mim o mais provavel"






















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Vitor Teixeira - Ermesinde
01-08-2010

POSTO DE CHEFE

Aproveito este espaço para cumprimentar todos os colegas e como tal considero de amigos, porque desde o primeiro dia que entrei na Escola Prática de Policia em Torres Novas, me considero parte de uma grande família que é a PSP e como em todas as familias nem todo corre bem.
Estou na PSP desde Janeiro de 1983, percorri o posto de 2º subchefe, 1º subchefe, subchefe principal, so nao fui a subchefe ajudante porque entretanto acabou quando ja estava a chegar a porta e agora o de Chefe, o que quer dizer que já fiz uma caminhada algo longa. Ora pode-se verificar que chegamos a ter 4 postos na nossa carreira e lá iamos nós progredindo aos poucos, de repente e por força da entao Associação dos Subchefes e Chefes da PSP, ficamos reduzidos a 2 classes a troco de umas divisas com riscas, a partir daí temos visto as nossas junções misturadas com as dos agentes, tais como a funçao de graduado de serviço, que agora é ocupado na sua maioria por agentes, até já existem agentes a fazer de supervisor. Pergunto eu, qual a nossa função dentro da PSP? Alguém se lembra de nós? Meus amigos e colegas ninguém tem feito nada por dignificar o nosso posto, sim eu disse bem NINGUÉM, penso que está na hora de pararmos para reflectirmos e nos unirmos todos os da nossa classe num objectivo comum A DIGNIFICAÇÃO DO NOSSO POSTO, deixemo-nos de guerrinhas e de mesquinhices que só servem para nos desunir cada vez mais. Como estamos num periodo de férias desejo a todos umas boas férias aproveitem para descansar nao se esqueçam que só unidos podemos fazer-nos ouvir. Abraço amigo

UM AMIGO E COLEGA - PORTO
15-07-2010

Sou chefe á 21 anos mas como não fui ao curso agora ando a pastar a vaca ao lado dos que têm muito menos anos de polícia. Sou matricula 130..... o k para efeitos de reforma tb já tenho o tempo todo mas não tenho idade e por isso ando a descontar para os rendimentos de inserção social e outros Sou operacional com muito gosto mas com os incentivos que temos não sei onde vamos parar.Cada vez exigem mais de nós e cada vez nos tiram mais regalias.

Anónimo - 13-07-2010

queremos justiça

O Decreto-Lei n.º 511/99, de 24 de Novembro, que criou o Estatuto do Pessoal da Polícia de Segurança Pública veio extinguir, no seu artigo 2.º, o posto de subchefe-ajudante, entre outros, sem que fosse consagrado um novo enquadramento que pudesse abranger os profissionais dotados da formação adequada ao posto extinto.
Este Estatuto traduziu-se, portanto, num grave constrangimento para inúmeros profissionais habilitados com o curso de promoção a subchefe-ajudante, sujeitos a uma situação de manifesta discriminação.
Dez anos mais tarde, o Decreto-Lei n.º 299/2009, de 14 de Outubro, que procedeu à «conversão do corpo especial de pessoal com funções policiais da Polícia de Segurança Pública (PSP) em carreira especial», veio estipular que os chefes habilitados com o curso de promoção a subchefe-ajudante, previsto no artigo 8.º do Decreto-Lei n.º 204-A/89, de 23 de Junho, e no artigo 127.º do Decreto-Lei n.º 321/94, de 29 de Dezembro, passariam a ser nomeados na categoria de chefe principal.
Este diploma veio acautelar a situação dos profissionais no activo e em situação de pré-aposentação, no entanto, mantém-se a anterior discriminação no que concerne aos profissionais em situação de aposentação, sem que exista qualquer justificação razoável para esta dualidade de procedimentos.
Esta iniquidade de critérios penaliza os profissionais já aposentados, considerando que é imperativo proceder a correcções no sentido do garante de lógicas de equidade e de justiça social.
Atendendo ao exposto, venho por este meio dirigir ao presidente do sindicato, a seguinte pergunta:
1. Está de acordo com a existência de dualidade de critérios que penalizam os profissionais em situação de aposentação?
2. Em caso afirmativo à primeira questão:
Como é possível o Exmº. Senhor Presidente da República ter promulgado o novo estatuto da PSP, sem que fosse observado o princípio de igualdade de tratamento previsto no ( nº. 2 do artigo 266º. Da Constituição da República)?
No seu Artigo 119º. do O Decreto-Lei n.º 511/99, de 24 de Novembro, que criou o Estatuto do Pessoal da Polícia de Segurança Pública refere:
(Artigo 119.º - Categorias e postos em extinção
O pessoal policial da PSP aposentado com as categorias de comissário principal e segundo comissário, transitam para o escalão da estrutura da categoria de subintendente e subcomissário, respectivamente, com efeitos à data da entrada em vigor do Decreto-Lei n.º 511/99, de 24 de Novembro.)

Considerando o artigo 2.º do Decreto –Lei n.º 511/99, de 24 de Novembro, os postos de subchefe-principal e subchefe – ajudante, também foram extintos.

Por este motivo o legislador não acautelou os critérios do domínio da justiça e equidade em relação aos chefes que frequentaram os mesmos cursos de promoção a subchefe – ajudante, previsto no artigo 127.º do Decreto-Lei n.º 321/94, de 29 de Dezembro.

domingos sousa - grande porto
05-07-2010

rectificação da antiguidade dos Chefes

houve uma rectificação na antiguidade dos chefes/subchefes envio o link

ORDEM DE SERVIÇO – II PARTE Nº 108 2010-06-24 da Direcção Nacional

Vitor Teixeira - Ermesinde
28-06-2010

OS 25 de 7JUN

Devem os interessados verem esta OS pois fala do Chefes e devem dar opinião
aqui fica o atalho:
http://geral.rnpsp.pt/Ordens%20de%20Servio/Forms/AllItems1.aspx

Sócio nºnão me lem - Vitor Manuel Fernandes Teixeira - Ermesinde
07-06-2010

alterações no site

Boa Tarde

gostaria de propor algumas alterações no nosso site que julgo serem necessárias para aproximar a nossa categoria.

1 - no item SOCIOS, julgo que deve estar V/OPINIÃO

2 - em OPINIÃO, deve estar COMENTAR.

PORQUE PENSO QUE UM SINDICATO QUE DEFENDE UMA CARREIRA COMO A NOSSA DEVE ESTAR ABERTO A TODOS INDEPENDENTE DE SEREM SOCIOS OU NÃO

Sócio nºnão me lem - Vitor Manuel Fernandes Teixeira - Ermesinde
07-06-2010

A injustiça das progressões e dos suplementos

O novo Estatuto da PSP veio definitivamente aumentar as injustiças no seio da nossa Corporação e criar ainda mais a divisão que grassa entre os Polícias. As formas de promoção e progressão nas carreiras e categorias e a atribuição dos suplementos são exemplos gritantes.
As promoções e as progressões estão dependentes de procedimentos concursais, no primeiro caso, e da permanência de um determinado período de tempo num nível remuneratório, no segundo. Em ambos os casos há dois factores decisivos: a avaliação de serviço e os louvores. A avaliação de serviço é feita com base em parâmetros subjectivos e pouco claros, tornando o processo pouco transparente. Os louvores, que se deveriam destinar a “…galardoar actos importantes e dignos de relevo e é concedido aos funcionários e agentes que tenham demonstrado zelo excepcional no cumprimento dos seus deveres”, são majoritariamente atribuídos ao pessoal não operacional, como “cozinheiros”, “mecânicos” e “trolhas”. Portanto, as formas de promoção e progressão estão inquinadas por dois factores pouco credíveis, que vão “estrangular” algumas carreiras e categorias.
O Suplemento Especial de Serviço veio consagrar a atribuição de um novo suplemento ao pessoal da Investigação Criminal, o que motivou um sentimento de desmotivação no patrulheiro. Atente-se nos trágicos casos em que elementos policiais foram mortos em serviço. Tratavam-se, na sua esmagadora maioria, de patrulheiros, que são sempre os primeiros a chegar às ocorrências, que são quem enfrenta todo o tipo de ocorrências e não têm qualquer tipo de reconhecimento da árdua missão que desempenham. Este suplemento deveria ter sido contemplado neste Estatuto sob a designação de “Subsídio de risco” e ser atribuído a todo o pessoal com funções policiais.
O Suplemento por Serviço nas Forças de Segurança tem como fundamento subjacente à sua atribuição o “…regime especial da prestação de serviço, no ónus e restrições específicas da função policial, no risco, penosidade …”. Actualmente esse valor corresponde a 16% da remuneração base, acrescido de um montante fixo de € 31,04, e será aumentado 2% em 2011 e 2012 até atingir os 20%. Os moldes de atribuição deste suplemento estão completamente desajustados da realidade, porquanto não se afigura que um Superintendente-Chefe tenha um maior risco e penosidade que um Agente. Bem pelo contrário. Por uma questão de justiça e equidade, este suplemento deveria ter um valor único para todas as categorias da hierarquia policial, correspondente a 20% da remuneração base de Intendente no nível remuneratório 1.
O Suplemento de Turno previsto no novo Estatuto herdou a injustiça do Decreto-Lei n.º 181/2001, de 19 de Junho, que criou pela primeira vez aquele subsídio. Um Agente que preste serviço de turnos em regime permanente, total, isto é, fazendo todos os turnos nos sete dias da semana, recebe apenas mais € 44,28 do que um que preste serviço por turnos em regime semanal, parcial (apenas de segunda a sexta-feira, sem fazer os turnos todos). Depois, há os casos de elementos policiais que, com a anuência dos Comandantes, se dão ao luxo de fazer apenas um turno nocturno mensal para auferirem o mesmo valor que aqueles que andam o mês inteiro em rotatividade de horários.
Este suplemento deveria ser pago por dia de trabalho e por turno, com valores diferenciados consoante fosse diurno ou nocturno, à semana ou ao fim-de-semana. Acabavam os “malabarismos” e não havia falta de efectivos à noite e fim-de-semana.
Perdeu-se a oportunidade de elaborar um Estatuto mais justo, consentâneo com a realidade policial e que devolvesse a motivação que há já alguns anos vai faltando aos profissionais da Polícia.

Francisco José Ferrer de Sousa - Aveiro
06-05-2010

Suplementos

Ouvi dizer, que se preparam para atribuir o suplemento de patrulha e de comando aos Chefes que exerçam funções de supervisor e aos chefes das secções de piquete, preparando-se para mais uma vez lançarem o conflito, uma vez que os Chefes que despenham funções de graduado de serviço, vão ficar sem o subsidio de patrulha. Ora isto trata-se de mais uma pequena aberração, estando o chefe graduado de serviço inserido numa escala de patrulha e sendo ele o elemento que chefia directamente tudo o que se passa naquele turno de serviço relacionado com o serviço de patrulha, como é possível ele não receber o dito suplemento?
Venho deste modo alertar para mais uma crueldade, que se preparam para fazer a esta classe, onde me parece que fomentar a discórdia e o conflito será uma forma de nos desunir.
Espero que desta vez exista união e que esta injustiça não seja fomentada, porque hoje quem está de supervisor amanhã poderá estar de graduado de serviço e de certeza que não gostará que lhe tirem um suplemento que ele quer na função de supervisor, quer na função de graduado o merece por direito.
Quero ainda relembrar, que a função de supervisor é para ser desempenhada por chefes, na área da Esquadra a que pertencem, por isso, se o suplemento for dado apenas aos supervisores, apelo para que todos os chefes que desempenham as funções de graduado solicitem para que passem a desempenhar as funções de supervisor na área da Esquadra, conforme o estipulado na regulamentação do supervisor operacional.
Temos que deixar de comer migalhas e começar a comer o pão. Um abraço.

Anónimo - 01-05-2010

Novas divisas

è Fácil....basta nenhum chefe comprar a nova divisa "de despromoção" nunca poderiamos ser castigados todos...A DN não teria tom...., mas como somos um bocado cobardes....nem nisto estaremos unidos.

Sócio nºa registar - Futuramente quando for sócio -
30-04-2010

Alteração das insígnisas de Chefe

A confirmar-se a notícia de que as insígnias de Chefe vão ser as dos ex-Subchefes, trata-se de uma nítida vingança do Ex.mo DN/PSP. Não foi o SNCC/PSP que pediu a sua demissão? Então aqui têm a paga.
Seria, obviamente, mais fácil que os novos Chefes Principais e os ex-Subchefes substituíssem as insígnias, o que seria uma minoria, do que optar-se por fazer a alteração que a DN pretende, o que vai obrigar as que a esmagadora maioria dos Chefes alterem as insígnias. Porque será?
Porque não passam os Subcomissários a terem um estrela, os Comissários duas, etc.?
Porque esta medida, a confirmar-se, é uma clara afronta à Classe de Chefes.
Parabéns, Sr. Director- Nacional...

Anónimo - 23-04-2010

O Natal e a PSP
Como Chefe que sou, visito com frequência este espaço.
Assim, decidi-me por escrever umas linhas, que embora nada tenham a ver com sindicalismo, no fundo terá tudo a ver com o momento sombrio que a instituição atravessa.
Ora pois… Natal!!!
No comando a que pertenço, desde sempre a festa de Natal foi realizada num espaço apropriado para o efeito e que dá pelo nome de “Coliseu”.
Devido talvez à minha total ausência de gosto por palhaços, macacos, atiradores de facas, comedores de fogo e outros, nunca fui grande adepto de me juntar à enorme família policial, que na hora e data aprazada comparece fielmente para o evento.
Nada mais seria de esperar que neste momento tão único, fraterno, de paz e amor como soe dizer-se, a tal família se portasse como tal.
Nada mais errado, então não é que um mês antes do espectáculo, uma repartição do mesmo comando, desata a fazer chamadas telefónicas a todo e qualquer senhor oficial perguntando quantos bilhetinhos deseja para o feliz evento?
(Curioso, se me recordar que um dia, fiquei atordoado com a bateria de perguntas a que fui submetido, porque ousei, eu, que não tinha uma criança com idade até 10 anos, solicitar 1 bilhete!)
Uma vez na festa… é vê-los… nos camarotes apinhados. E o padrinho, e a prima, e o sobrinho, e o sogro, e a cunhada e a empregada, e … e … e… também lá estão.
Tão lindo, e os outros lá em baixo, olhando um trapézio pensativo e quando o filho pergunta porque não pode ir lá para cima onde estão os outros meninos. Fica quedo, ou quiçá sorri e diz que ali é que é bom, que é o melhor lugar.
Não, não me esqueci… os senhores pomposamente designados superiores – técnicos- … também recebem a chamadinha da tal secção e não desprezam os bilhetinhos.
Pois bem, mesmo numa área tão dedicada à saudável confraternização, ei-los que buscando o que de pior herdaram da filosofia castrense que tanto condenaram, fazem tábua rasa dos mais elementares valores de uma sociedade justa, para ali mesmo, aliviarem o pobre ego.

Dezembro 2009

Anónimo - 09-12-2009

ESTATUTO PROFISSIONAL

CAROS COLEGAS.
AQUILO QUE NOS ESTÁ A ACONTECER É MUITO GRAVE, SENÃO VEJAM O MEU CASO CONCRETO: SOU SUBCHEFE DESDE JANEIRO DE 2006. ANTES DE SER PROMOVIDO ERA AGENTE PRINCIPAL NO 3º ESCALÃO. COM AS ALTERAÇÕES AO ESTATUTO PROVAVELMENTE IREI PARA O 1º ESCALÃO DE CHEFE. ORA, O 1º ESCALÃO DE CHEFE TEM UM INDICE REMUNERATÓRIO EXACTAMENTE IGUAL AO 2º ESCALÃO DE AGENTE PRINCIPAL. O CERTO É QUE CASO EU NÃO TIVESSE FREQUENTADO O CURSO DE SUBCHEFES ESTARIA NO POSTO DE AGENTE PRINCIPAL E ERA POSICIONADO JUSTAMENTE NO 2º ESCALÃO. SERÁ CASO PARA PERGUNTAR: VALEU A PENA IR 1 ANO PARA TORRES NOVAS? VALEU A PENA DEIXAR A FAMÍLIA NO CONTINENTE E IR 3 ANOS PARA OS AÇORES? VALEU A PENA PRIVAR-ME DA PRESENÇA DOS MEUS FILHOS E ESPOSA DURANTE TODO ESTE TEMPO, ALÉM DOS GASTOS AVULTADOS QUE ESTAS DESLOCAÇÕES ME ACARRETOU? VALEU A PENA COMPROMETER A MINHA VIDA FAMILIAR NOMEADAMENTE EM TERMOS FINANCEIROS, POIS DEIXEI DE FAZER SERVIÇOS REMUNERADOS?

A CLASSE DE CHEFES NESTE MOMENTO NÃO PASSA DA MESMA CLASSE DE AGENTES, COM RESPONSABILIDADES ACRESCIDAS...

CASO ESTE ESTATUTO SEJA APROVADO, COM ESTES INDICES REMUNERATÓRIOS, PARA A CLASSE DE CHEFES, JULGO QUE TEMOS MUITO TRABALHO PELA FRENTE: MOTIVAR DIARIAMENTE OS AGENTES A NÃO TRABALHAR, A NÃO APRESENTAREM RESULTADOS OPERACIONAIS, FORÇANDO DESTA FORMA OS SENHORES OFICIAIS A TRABALHAR NO TERRENO, ASSUMINDO PORTANTO AS VERDADEIRAS FUNÇÕES DA CLASSE DE CHEFES.

EM MINHA OPINIÃO OS POSTOS DA CATEGORIA DE CHEFES DEVERIAM SER ALARGADOS, PARTINDO-SE DOS INDICADORES REMUNERATÓRIOS EQUIVALENTES DA GNR (SARGENTOS)SENDO CERTO QUE O POSTO MAIS BAIXO (2º SARGENTO) TERIA UMA REMUNERAÇÃO EQUIVALENTE AO SUBCHEFE E O POSTO MAIS ALTO (SARGENTO-MOR) EQUIVALENTE AO CHEFE...

Anónimo 160 - Açores
30-07-2009